Existe mais poesia no olhar de quem ama de que em mil poemas que se escrevam, mas nem por isso devemos deixar de escrever mil poemas para mostrar ao mundo o que esse olhar dizia... assim nasce o meu humilde blog de poesia...
poetrycafe
Quinta-feira, 29 de Março de 2007

AMIZADE

A amizade!!!
Já pensaste nela?
Pára e pensa...
É a coisa mais bela.

Da amizade
Tudo pode acontecer...
Pode até nascer um amor
Para nos fazer sofrer!.

Na amizade como no amor
Duas coisas são reais
Ou somos amigos...
Ou se ama demais!

A amizade...
Coisa bela e pura
Quando verdadeira
Toda a vida dura!

ò amigo...
Nunca entristeças...
Ama a amizade e...
Nunca percas esperanças!!!

                                                  SOL




sinto-me: babádo...

publicado por efeneto às 23:31
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Segunda-feira, 26 de Março de 2007

Camões e ...Pessoa...

Portugal,  um país de poetas. Quem tinha dúvidas pois acabaram-se. 2 poetas portugueses nos 10 primeiros lugares do concurso da RTP...Os Grandes Portugueses. A minha singela homenagem a estes, desculpem, a todos os poetas.

1º António de Oliveira Salazar - 41,0%
2º Álvaro Cunhal - 19,1%
3º Aristides de Sousa Mendes - 13,0%
4º D. Afonso Henriques - 12,4%
5º Luís de Camões - 4,0%
6º D. João II - 3,0%
7º Infante D. Henrique - 2,7%
8º Fernando Pessoa - 2,4%
9º Marquês de Pombal - 1,7%
10º Vasco da Gama - 0,7%

Luís Vaz de Camões

Busque Amor novas artes, novo engenho
para matar-me, e novas esquivanças;
que não pode tirar-me as esperanças,
que mal me tirará o que não tenho.

Olhai de que esperanças me mantenho
Vede que perigosas seguranças!
 Que não temo contrastes, nem mudanças,
 andando em bravo mar, perdido o lenho.

 Mas, conquanto não pode haver desgosto
 onde esperança falta, lá me esconde
 Amor um mal que mata e não se vê.

 Que dias há que na alma me tem posto
 um não sei quê, que nasce não sei onde,
 vem não sei como e dói não sei porquê.

Fernando  PessoaRetrato de Fernando Pessoa

Isto

Dizem que finjo ou minto
Tudo que escrevo. Não.
Eu simplesmente sinto
Com a imaginação.
Não uso o coração.

Tudo o que sonho ou passo,
O que me falha ou finda,
É como que um terraço
Sobre outra coisa ainda.
Essa coisa é que é linda.

Por isso escrevo em meio
Do que não está de pé,
Livre do meu enleio,
Sério do que não é.
Sentir? Sinta quem lê!

http://www.vidaslusofonas.pt/

Compilado por F. Neto




publicado por efeneto às 21:58
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Domingo, 25 de Março de 2007

ACENDE A TUA LUZ

Acende a Luz do Amor na tua Alma
e espanta as trevas do egoísmo que pouco a pouco
busca degenerar a humanidade.

Acende a Luz do Perdão e deixa que a da tua alma
irradie doces ondas reconciliatórias,
desarticulando planos hediondos de desestruturação
daqueles que devem marchar unidos na construção
do bem na Terra.

Acende a Luz da Caridade em teu Espírito,
de forma a brilharem as estrelas da esperança
na densa noite dos tempos.

Recorda sempre,
principalmente nos momentos de testemunhos e lutas,
de abrir-te à luz de Deus,
que é o único combustível capaz de manter
sempre acesa a luz da tua fé.

Segue, pois, confiante,
na certeza de que Deus te guia pelos caminhos de Jesus.

Se acenderes a tua Luz Interior,
verás que não segues a sós,
nem tão pouco na escuridão.

( Desconheço o Autor)

http://palavras-de-luz.blogspot.com/


publicado por efeneto às 21:58
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Quarta-feira, 21 de Março de 2007

Um dia na praia sozinho

Neste Dia Mundial da Poesia, uma homenagem aos poetas populares.

Era uma pensão algarvia
Deitei-me tarde, para dormir de dia
Mas estava um casal no quarto ao lado
Mais a pensar num bom bocado
Bom bocado é dizer pouco
As horas passavam, já estava louco
Pancadas e gemidos sem mais parar
Mal adormecia, voltavam a começar
Pois vi que ali não dormia
Tratei de me levantar
E ao meio dia, com os calções
arrebitados, a cabeça aos bocados
Tomei meio a dormir, um banho de mar
E quando na areia me deitei
Para enfim descansar
Numa duna lá atrás, ouvi
Os mesmos sons, recomeçar
Mas isto hoje nunca mais vai parar?

                                                                   Pedro Branquinho

Portugal celebra Dia Mundial da Poesia

                                                                                     F. Neto




publicado por efeneto às 13:41
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Segunda-feira, 19 de Março de 2007

PREGUNTANDO AO MEU ANJO

Me pergunto por onde anda você

Meu Anjo, minha vida

Por onde anda você nessa horas

Em que a dor me angustia

Nessas horas que ela vem como um punhal

Rasgando tudo que tento construir

Nesse nosso mundo mortal

 

Ah...meu Anjo, minha vida

Vem depressa aplaca essa dor

Estanca esse sangue que corre incandescente

Abrindo as feridas a pouco fechadas

Meu Anjo onde está sua mão

Que busco feito louca

Nessa escuridão passageira em que estou

 

Ah... meu Anjo, minha vida

Por que não me deram asas afinal?

Por quê eu tive de voltar?

Por quê eu estou a lutar por prados

Onde nós corríamos a brincar?

Onde fomos felizes e só sabíamos amar

 

Ah... minha doce Menina

Luz do meu espírito, meu Amor

Acaso achas que não sinto tua dor?

Acaso achas que não te seguro

Por onde andas, por onde fores

Minha mão está na tua sempre

Te guiando na passageira escuridão

 

Minha doce protegida

Não se engane tua força existe

Não se iluda teu alicerce é forte

Pois construímos com o nosso amor

Que nada neste mundo mortal poderá derrubar

Pois foi construído em outra esfera

 

Quando por acaso a dor te visitar

Lembra que é passageira

Não deves te abalar

Lembras que no final da jornada

Estaremos juntos outra vez

Lembra sempre que estamos unidos

Pela alma dessa vez.

http://www.lady-phoenix.blogspot.com/

 

 


publicado por efeneto às 18:02
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Domingo, 18 de Março de 2007

Para ti...PAI.

Para ti PAI,  que estás junto ao nosso PAI,  escrevo-te esta carta pois já á muito tempo que não o fazia:

 

Carta de Amor

Escrevo-te pai, como quem recusa o desalento quotidiano,

como quem ignora o martelar implacável dos minutos,

como quem nega a amargura deprimente.

 

 

Escrevo-te pai, com os olhos rasos de poesia e saudade,

essa saudade que me destrói a razão, e me corrói a carne,

qual lembrança trucidando o querer e fustigando a resistência.

 

 

E agora eu só sem ti, esperando talvez o impossível, estou aqui.

 

 

Sabes pai, agora aqui é o som melancólico do teu silêncio,

é a surdez das tuas palavras inaudíveis,

que ecoam tristemente as minhas paredes.

 

 

Sabes pai, aqui é o desespero, é a raiva atroz da angustia,

é o saber-te longe (e porém tão perto),

é o grito pungente da solidão.

 

 

Sabes pai, aqui no meu coração ainda existe esperança...

                                

                                        F. Neto 07

 

 

 

 

 

 

 

sinto-me: feliz...

publicado por efeneto às 15:08
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Quinta-feira, 15 de Março de 2007

Não volte, por favor!

Quando partiste

levaste tudo de mim

e deixaste tão pouco...

 

Com o tempo fui recuperando aquilo

que levaste de mim

e novamente me tornei inteiro.

 

Mas retornaste e eu te aceitei

na esperança de que havias mudado

e que tudo seria diferente.

 

Resolveste partir e levaste novamente

a metade de tudo que reconstruí de mim

até tua lembrança que eu teimava em conservar

para que não vagasses por essa vida a fora

sem ter ao menos quem de ti se recordasse.

 

Não voltes mais, por favor, te peço

pois nada mais vou te deixar levar daqui

consegui finalmente expulsar de minha memória

o pouco que eu pensei guardar de ti.

http://mellopaulo.blogs.sapo.pt/


publicado por efeneto às 23:33
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Quarta-feira, 14 de Março de 2007

Prémio Camões 2007

António Lobo Antunes é o vencedor do Prémio Camões 2007

O júri deste ano reuniu-se na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, no Brasil, e foi constituído por Francisco Noa (Moçambique), João Melo (Angola), Fernando J.B.Martinho (Portugal), Maria de Fátima Marinho (Portugal), Letícia Malard (Brasil) e Domício Proença Filho (Brasil).

O prémio Camões foi criado em 1988 pelos governos de Portugal e Brasil para estreitar os laços culturais entre os vários países lusófonos e valorizar o património literário e cultural da língua portuguesa.

Diário Digital / Lusa

Tango do marido infiel numa pensão do Beato


Sem tempo para ter tempo
De ter tempo de te dar
O tempo que tu mereces
Prazeres em que tu morresses
Manhãs que não amanheces
E arrepios que estremeses
Na boca de te beijar
Fico sentado no quarto
Desta cama de pensão
Ausente, despido farto
Cansado dessas mulheres
Que ouvem sem me escutar
Que me olhem sem me ver
Que me amem sem saber
Que me roçam sem tocar
Que me abraçam sem paixão
Que ignoram que eu anoiteço
Que me ensombro que escoreço
Que me enrudo e envelheço
Me pragueio e apodreço
E a quem pago o que me dão:
Uma espécie de ternura
Uma imitação de amor
Lençóis que são sepultura
De carícias sem doçura
E dos meus lábios sem cor
Ai dedos no cabelo
Quero a minha raiva toda
Quero domá-la e vencê-la
Quero vivê-la ao meu modo
Até encontrar por fim
Aquela voz de menino
Há tantos anos perdida
Há tanto tempo esquecida
Em soluços dissolvida
A gritar dentro de mim.

                            António Lobo Antunes





 


publicado por efeneto às 20:04
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Segunda-feira, 12 de Março de 2007

... sou louco...

111111111.jpg

Parado, alheio a tudo, indiferente,

o meu olhar se perde no infinito,

meu mundo interior é diferente,

eu guardo a estranha calma dum aflito.

 

Não posso traduzir o que a alma sente

palavras desconexas eu repito;

falo sozinho, calmo, e de repente

em ânsia de revolta solto um grito!

 

Meu cérebro fervilha em confusão,

as imagens se cruzam sem cessar

não consigo firmar minha atenção

 

delírios de grandeza... depressão...

uma vontade louca de gritar

- Senhor, senhor, devolva-me a razão!!

                                               F. Neto

 


publicado por efeneto às 19:45
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Sábado, 10 de Março de 2007

Tela em branco

 
Diante de mim uma tela em branco, pincéis diversos e tinta de variadas cores.

 

Apenas tua imagem a preencher os vazios da minha imaginação. Te vejo tão linda, completamente etérea nessa beleza que em ti adivinho, nesse halo de candura que em ti pressinto.

  

Tua face repousa mansa na tela de minha memória, teu olhar de clara luz ilumina no meu rosto um sorriso, e teu sorriso mesmo, adivinho com um jeitinho de menina levada, carregado de meiguice.

 

Teu corpo se delineia entre as vestes brancas com que te cobri, onde tuas delicadas curvas sobressaem num tecido de suave ondulado.

 

Mantenho o pincel suspenso num movimento indefinido. O olhar querendo te marcar na tela em branco antes do primeiro gesto.

 

Mas tenho medo de macular-te os traços ao tentar repassá-los para um quadro.

 

E assim fico, com ar abobalhado de menino apaixonado, que de repente se dá conta de que não quer te dividir com ninguém.

 

E num gesto infantil de homem enamorado, guardo tela, pincéis e tintas, e saio pela rua a passear contigo, delineada na minha memória afetiva, guardada no meu coração.

 

Um gesto egoísta, bem sei, mas que te faz só minha.

http://mellopaulo.blogs.sapo.pt/


publicado por efeneto às 18:13
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Quinta-feira, 8 de Março de 2007

M...de mentira...

O engano!...
A mentira!...
E essa ilusão que é a vida...
Mais uma vez me enganei
Acerca dos humanos...
Mais uma vez tropecei
Nesta vida de desenganos...
O sêr sincero para mim é..
A coisa mais linda!
Porém a mentira é o fim
Acho-a muito mesquinha!
Fui por ai ao teu encontro...
Sem saber onde encontrar-te
Foi grande a desilusão
Quando vi que me enganaste...
Se fui ver se te via
Nada de ti esperava...
Fui apenas...porque te amava!...

                              SOL

http://luzdasol.blogs.sapo.pt/


publicado por efeneto às 02:00
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Quarta-feira, 7 de Março de 2007

...Vingança...

 

   Eu quero...olhar-te nos olhos e ouvir da tua boca que não me queres mais...
   Ouvir dos teus lábios que já estou esquecida e que negas sentir-me!
   Quero deixar-te louco de desejo e na hora da loucura dizer-te Adeus...
   Vou vingar minhas insónias, minhas noites perdidas que não voltam mais!...
   Quero ver-te deitado na sombra do teu orgulho e fazer-te delirar em meu corpo...
   Quero ver-te implorar para eu ficar 1 pouco mais...
   Saber que não dormes sentindo falta dos meus beijos, que já sabes que não são teus...
   Na verdade quero saber que não encontras ninguem que ocupe o meu lugar...porque não existe pessoa que consiga...
   Sei que vou sofrer e chorar...mas...a alegria de te ver sofrer, consola-me!...
   Tenho a certeza de que vou conseguir o que quero...ver-te implorar, chorar, sofrer...E eu direi: Não Te Quero Mais!...
 Paixão
http://ritmodaamizade.blogs.sapo.pt/

publicado por efeneto às 20:00
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Terça-feira, 6 de Março de 2007

Hoje eu vi você...

Hoje eu vi você e fiquei a me perguntar se era saudade o que sentia ao vê-la ali, frente a uma vitrine, olhando distraída para uma jóia. Fiquei pensando se seria um brinco, um colar ou uma pulseira, que estaria ocupando sua concentração. Lembrei-me do quanto você gostava de jóias e o quanto investia nelas. Lembrei-me que não era prazer o que via no seu olhar quando recebia ou adquiria uma peça em ouro, brilhante ou platina, mas sim uma avidez que às vezes me assustava. Como também nunca consegui penetrar no mistério que a envolvia  quando abria o cofre e espalhava seu tesouro pela cama, ficando a admirar peça por peça. Nunca entendi essa sua preferência por jóias se quase nunca as usava. Se a vi com alguma no espaço de tempo que vivemos juntos, forçando a memória talvez não contasse nem três vezes.

Pensei em dar um toque de buzina para chamar sua atenção, mas o sinal logo abriu e eu me fui, carregando um resquício de tristeza por não ter conseguido fazê-la entender que existe um outro tesouro maior e mais precioso que se chama afeto, e que precisa apenas ser guardado num cofre chamado coração.

http://mellopaulo.blogs.sapo.pt

 

sinto-me: igual...

publicado por efeneto às 00:08
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Sábado, 3 de Março de 2007

A NOITE SEM TREVAS ...

O meu corpo de boémia
sai pelas ruas da noite
a tombar pelas esquinas
sempre á procura
de um segredo inexistente.
serei eu um poeta?
Há!... Quem me dera
em palavras de dedos
inventar uma madrugada feminina
com o perfume de uma rosa desmaiada
sobre a minha almofada incestuosa.
Moldar os seus seios com sílabas macias
enquanto os seus lábios de luta se entregam á liberdade.
Mas o seu cabelo,
o seu cabelo com pingos de sonho
liso de orvalho
 teria cadeias de vento domando tempestades.
 
Mas não, ando por aqui
num jardim adolescente
a plantar estrelas vivas nestas ruas desertas
e a chorar solidão...
esta ave de rapina
com o rosto de uma Deusa.
                                       F. Neto

publicado por efeneto às 01:35
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Sexta-feira, 2 de Março de 2007

Páginas em Branco

paginavazia.jpg

Estou só...

Estou  só. Absolutamente só.
Nada, ninguém, nem uma voz
um canto, um grito
no silêncio pesado das ilusões perdidas.
'tão só eu estou
que até a inspiração me abandonou.
-Nem uma lágrima, uma dor, uma revolta
NADA.
Apenas talvez a vaga consciência desta solidão pesada...
No silêncio que se faz á minha volta
oiço o palpitar do coração em decadência
manso, já esteve, que nem só agora
só é meu ainda, se vai já p'lo espaço fora.
Vagamente.
Nem um susto, um viso, uma voz,
nem um promito em alvoroço, um canto
me aflora.
Nem um grito, uma revolta, um pranto,
uma inspiração só que fosse,
NADA.
Estou só, absolutamente só...
                                                                                F.Neto
                                                                                       78
sinto-me: apagado...

publicado por efeneto às 21:46
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porque a vida é feita de...amigos...

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sinto-me: colega

publicado por efeneto às 14:49
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